Teste sua possessividade e índice de controle no amor! Análise aprofundada das raízes psicológicas do ciúme patológico e identificação de comportamentos excessivos de contenção e dominação. Entenda as tendências possessivas do MBTI e dos signos do zodíaco, encontre a chave para equilibrar exclusividade e liberdade e construa juntos um relacionamento saudável baseado na confiança.
Você já interpretou o ciúme intenso ou o comportamento excessivamente controlador em um relacionamento íntimo como “tudo por causa do amor”? A possessividade moderada faz parte da natureza humana e é uma doce manifestação de amor e carinho. No entanto, uma vez que esse desejo seja excessivamente expandido e atinja um nível patológico, ele será transformado em um perigoso desejo de controle e se tornará um “assassino do amor” emocional.
O verdadeiro amor é respeito, confiança e desejo que a outra pessoa seja feliz. Mas a essência da possessividade e do controle geralmente é o desejo e a solicitação egoístas. É mais como poder e domínio sobre um parceiro.
Então, como identificar e controlar essa emoção complexa e evitar transformar o amor em sequestro? Vamos explorar profundamente as raízes e manifestações da possessividade no amor através de uma perspectiva psicológica.
Análise psicológica da possessividade e do amor
Possessividade é um fenômeno psicológico que se refere ao desejo causado pela interação de diversas emoções, como inquietação, ciúme e raiva, que sentimos quando a pessoa ou coisa de que gostamos pode ser abordada ou possuída por outras pessoas.
Possessividade não é igual a amor:
Embora ser possuído pela pessoa que você ama possa satisfazer nossas expectativas de amor e fazer as pessoas se sentirem valorizadas, a possessividade não pode ser equiparada ao amor. O amor é um desejo altruísta de que um parceiro seja feliz e livre e de encorajar o crescimento mútuo. A possessividade excessiva, por outro lado, é mais como tratar seu parceiro como “algo que pertence a você” por motivos egoístas para se proteger.
Pessoas possessivas podem não conseguir ver suas próprias vantagens devido à baixa autoestima, acreditar que não são atraentes e temer que seus parceiros se apaixonem por elas a qualquer momento. Portanto, eles só podem buscar a estabilidade amorosa por meio da posse.
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Descobrindo as raízes internas do desejo de controle
Por que algumas pessoas apresentam controle patológico? A psicologia aponta que a possessividade e o controle excessivos não são inatos, mas são resultado do ambiente adquirido, da experiência de crescimento e da autopercepção.
- Extrema inferioridade e insegurança: A causa raiz da possessividade excessiva é a extrema inferioridade interior . Pessoas que não têm autoconfiança têm medo de perder umas às outras e transformarão seu forte medo da perda em comportamento possessivo de autodefesa. Essa insegurança pode decorrer da influência da família de origem, como a falta de “amor incondicional” na infância, resultando em “ansiedade básica”, e na idade adulta a ânsia de obter mais amor do parceiro para suprir a falta.
- Egocêntrico e dominante: Pessoas possessivas muitas vezes priorizam seus próprios pensamentos e sentimentos e tendem a ignorar os sentimentos do parceiro. Eles podem não ter autoconsciência e acreditar que o mundo deveria girar em torno deles e controlar a outra pessoa como sua propriedade, organizando assim à força a vida, o trabalho e a interação social de seu parceiro.
- Ciúme patológico: Pessoas possessivas costumam ser acompanhadas de forte ciúme. O ciúme patológico é a causa raiz da possessividade excessiva, que se manifesta na restrição da liberdade pessoal do parceiro, no monitoramento, na vigilância, no rastreamento e até na violência doméstica. Se este “sistema de alarme” for excessivamente sensível, será prejudicial para ambas as partes.
Manifestações típicas de alta possessividade e controle
A forte possessividade acabará por evoluir para um desejo de controle, que se manifesta não apenas em preocupações emocionais com ganhos e perdas, mas também em claras interferências comportamentais, que colocam um pesado fardo no relacionamento.
| tipo de comportamento | Desempenho típico (unissex) |
|---|---|
| Restrição e vigilância excessivas | Eles são obrigados a relatar seu paradeiro a qualquer momento e até mesmo fornecer prova de localização ou foto. Verifique regularmente o telefone, o histórico de navegação ou os círculos sociais do seu parceiro. |
| Misofobia emocional e ciúme | Cuidado se o seu parceiro se aproximar muito de alguém do sexo oposto ou falar muito profundamente. Ela está muito preocupada com o círculo de amigos de seu parceiro e até espera que todos os amigos do sexo oposto sejam avaliados por ela mesma. Declare soberania no meio de uma multidão por meio do contato físico (como apertar as mãos, abraçar). |
| Falta de confiança e suspeita | Muitas vezes duvidando do que seu parceiro diz e tentando descobrir a “verdade” pelas costas dele. Ele tem um coração sensível e costuma fazer pequenos teatros. |
| Arranjo e controle forçados | Sempre tomando decisões em nome do seu parceiro, sejam elas tão pequenas quanto pedir comida ou tão grandes quanto planejar uma carreira ou férias. Peça ao seu parceiro para excluir amigos do sexo oposto do telefone. |
| fugir da responsabilidade | Quando surgem problemas entre duas pessoas, a culpa não é delas e a responsabilidade é sempre atribuída à outra pessoa. |
Observando as tendências possessivas do MBTI e dos signos do zodíaco
Diferentes tipos de personalidade e signos do zodíaco mostram diferentes padrões de possessividade no amor.
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1. Possessividade da personalidade do MBTI
De acordo com o ranking 'MBTI mais possessivo' que é muito discutido na Internet, os cinco primeiros são quase todos 'pessoas J', e INFP é a única 'pessoa P'.
| Classificação | Tipo MBTI | traços possessivos |
|---|---|---|
| PRIMEIROS 1 | Mediador INFP | Muito possessivo, mas não 'controlador'. Amar é dedicar-se de todo o coração, esperando que o outro só veja você. O ciúme está escondido no fundo do coração, que é um desejo possessivo invisível e profundo. |
| 2 principais | Advogado INFJ | Possuindo 'misofobia espiritual'. Depois de identificar o amor verdadeiro, você deseja que a outra pessoa seja obstinada e sem reservas e não goste de compartilhar emoções. Quando você se sentir ameaçado, a possessividade surgirá silenciosamente e a emoção será pesada. |
| 3 PRINCIPAIS | Guardião da ISFJ | Uma típica pessoa afetuosa que se torna pegajosa depois de ser devotada. A possessividade decorre de uma forte necessidade de segurança e “ocupa” a vida da outra pessoa por meio de doação e cuidado silenciosos. |
| 4 principais | Protagonista ENFJ | Caloroso e respeitoso por fora, mas possessivo por dentro. Eles observarão silenciosamente cada movimento um do outro, esperando que sejam insubstituíveis em seus corações. |
| 5 principais | Comandante ENTJ | Gosta de estar no controle de tudo, até dos relacionamentos. Eles esperam que os seus parceiros tenham “papéis” e limites claros. Uma vez ultrapassados os limites, uma forte possessividade irá surgir facilmente. |
Nota: Os indivíduos do INTJ (arquiteto) variam muito. Alguns afirmam não ter possessividade e confiar na independência do parceiro, enquanto outros acreditam que são extremamente possessivos emocionalmente, mas podem conter comportamentos inadequados com lógica.
2. Quanto mais profundo o amor, mais forte será o controle.
Na análise do horóscopo, os signos do zodíaco com amor profundo e desejo óbvio de controle incluem:
- Virgem (TOP 1): A pessoa mais egocêntrica no amor. Analisam o amor de forma racional, mas quanto mais se apaixonam, mais querem controlar todos os detalhes, o que decorre da busca pela perfeição.
- Escorpião (TOP 2): O amor é posse total, com poder de controle. O desejo de controlar vem da insegurança, mas por trás dela está a sinceridade.
- Touro (TOP 3): Depois de se apaixonarem, ficam possessivos e querem que seu amante seja completamente seu. Expresse isso por meio de companheirismo silencioso e “fique por perto” para garantir que nada dê errado no amor.
- Leo (TOP 4): Gosta de assumir a liderança no amor e espera que a outra parte responda de todo o coração. Quanto mais você se apaixona, mais quer controlar o ritmo, com medo de perder a atenção do outro.
- Capricórnio: Tradicional e chauvinista nos relacionamentos, tendendo a demonstrar controle na vida real (como trabalho, arranjos financeiros).
Como construir relacionamentos saudáveis baseados na confiança
Visto que a possessividade patológica é um problema psicológico e não um amor verdadeiro, tanto a parte possessiva como o parceiro devem tomar medidas activas para equilibrar o controlo emocional e a liberdade.
1. A parte possessiva: faça autoajustes
- Estabeleça um senso independente de autoestima: o amor não deveria ser o seu mundo. Distraia-se com seus esportes ou hobbies favoritos, expanda seu mundo e comunique-se com outras pessoas além do seu parceiro romântico.
- Encontre a fonte de segurança: Tente encontrar a fonte de insegurança (como família de origem ou experiências passadas) e resolva-a escrevendo ou comunicando-se com profissionais (como um conselheiro psicológico).
- Aprenda respeito e limites: Reconheça que seu parceiro é um indivíduo independente e que ninguém pode possuir ou controlar a vida de outras pessoas.
- Desenvolva um senso de insensibilidade: não seja muito astuto ou emotivo. Quando surgirem conflitos, seja lento e deixe o homem refletir e se ajustar.
2. Resposta do Parceiro: Comunicação e Limites
- Expresse claramente os sentimentos e os resultados financeiros: diga à outra parte a pressão causada pela interferência excessiva e deixe a outra parte saber que você não gosta dessa maneira de se relacionar.
- Use a 'fórmula universal' para comunicar demandas: Quando precisar expressar um pedido, use o modo de expor fatos - expressar sentimentos - fazer demandas e diminua a velocidade de fala, abaixe a voz e expresse-se suavemente para atingir o propósito de uma comunicação eficaz.
- Dê amor e afirmação suficientes: Se a possessividade deriva da insegurança, seu parceiro deve expressar diretamente amor, gratidão e afirmação na vida diária para ajudar a outra pessoa a desenvolver autoconfiança.
- Mantenha-se independente e confiante: Tenha seu próprio círculo social e tente confiar em seu parceiro. O amor não é absolutamente gratuito, mas você também não pode forçar ou controlar a outra pessoa a amar a si mesmo.
- Agir como uma criança mimada satisfaz a 'natureza animal': os homens têm forte auto-estima, desejos protetores e possessivos, e uma mulher agindo ocasionalmente como uma criança mimada (como pedir ajuda para abrir uma tampa de garrafa ou pegar uma criança) pode satisfazer o sentimento de realização do homem, tomando assim a iniciativa no relacionamento.
Conclusão e recomendações para testes de psicologia do amor
Uma concentração de intimidade saudável deve ser mantida em cerca de 70 pontos, deixando os 30 pontos restantes para você manter sua personalidade independente. O amor é tentar integrar, não ocupar à força.
Se você costuma se preocupar com ganhos e perdas em seu relacionamento, ou se preocupa com o fato de seu parceiro ser muito controlador, compreender as tendências psicológicas um do outro é o primeiro passo para melhorar seu relacionamento.
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Compreenda profundamente sua tendência ao controle no amor, encontre a chave para equilibrar o controle e a liberdade nas emoções, evite o sequestro amoroso e construa em conjunto um relacionamento saudável baseado na confiança e no respeito.
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